Durante a inspeção, os agentes do Instituto analisaram as condições de dormentes, sistemas de fixação, lastro e sinalização, além da limpeza da via e de locais que já registraram acidentes, com foco no Tramo Sul da ferrovia. Também passaram por avaliação os pátios ferroviários, terminais, postos de abastecimento e unidades de atendimento emergencial, com atenção especial a áreas consideradas de alta vulnerabilidade. O trabalho seguiu as diretrizes do Plano de Atendimento a Emergência e do Plano de Gerenciamento de Risco da ferrovia.
Especialistas destacam que o gerenciamento de risco em operações ferroviárias é uma tarefa contínua, fundamental para reduzir a probabilidade de acidentes e mitigar impactos socioambientais e que deve acompanhar toda a vida útil do empreendimento.
A vistoria integra o Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental (Pnapa) 2025, do Ibama, mobilizando, além do Ceneac, equipes dos Núcleos de Prevenção e Atendimento às Emergências Ambientais (Nupaems) das Superintendências do Ibama em Goiás e em Mato Grosso.
A expectativa é que os resultados levantados orientem medidas corretivas e preventivas, contribuindo para maior segurança operacional e proteção das comunidades próximas à ferrovia.

Assessoria de Comunicação Social do Ibama